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CORAÇÃO VERSUS MENTE VERSUS MÚSCULO - Maria Inês Felippe
 
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CORAÇÃO VERSUS MENTE VERSUS MÚSCULO
Por Maria Inês Felippe

"A mente que se abre a uma idéia, jamais voltará ao seu tamanho original"
A. Einstein

         Atualmente por questões de sobrevivência, percebemos a grande demanda e interesse pelo tema criatividade e inovação.

         Em pesquisa realizada pela PricewaterhouseCoopers publicada na Gazeta Mercantil do dia 27 de março de 2001, mostra que os profissionais mais valorizados são os realizadores, éticos e criativos.

         A criatividade favorece ver o que todos estão vendo, mas visualizando, enxergando coisas diferentes, sendo assim muitas vezes problemas que percebíamos sem solução a criatividade favorece buscar novas saídas.

         Outro aspecto interessante é que não basta somente criar, pensar diferente, gerar idéias é preciso analisar, implementar e realizar, visando o respeito a ética, agregando valor ao criador e a organização.

         Podemos perceber a criatividade não somente como um instrumento de soluções de problemas, mas também como alavancagem de negócios e surgimento de novos serviços.

         Identificamos durante os programas de criatividade que realizamos que na grande maioria a importância de criar surge de uma necessidade, problemas, dificuldades e curiosidade ou a busca de estratégias para manter-se competitivo.

         Veja que interessante, podemos observar a criatividade como habilidade indispensável devendo ser cultivada tanto do ponto de vista pessoal como organizacional, especialmente, neste momento da história que é marcada fundamentalmente por mudanças.

Afinal criatividade para o que?

         Do ponto de vista pessoal, para crescer, viver melhor e para os negócios, como garantia da competitividade.

         Defenir competências criticas da organização poderá ser o primeiro passo
para uma implantação de uma gestão de criativaidade de maneira eficaz.

         Ou também

         A gestão da criatividade poderá redefir ou redescobrir competências crticas da organização.

Qual a nossa participação

         Devemos preparar funcionários, gestores para essa realidade, capacitando-os e potenciali-zando- os no pensar criativo.

         Tais pessoas necessitam estar comprometidas e envolvidas com o negócio da organização, serem autônomas, formar times de trabalho, ter visão do futuro, estar em contínuo aperfeiçoamento e abertas para um novo pensar, novas idéias.

         A atuação do Consultor Interno de Recursos Humanos de maneira criativa é fundamental neste contexto, temos que tomar o remédio que receitamos.

         A prática criativa favorece estabelecer correlações, conexões, entre aspectos que num primeiro momento parecem antagônicas .

         Realizar um interface calcado na necessidade da empresa, lidar com opostos e a busca de soluções, passa a ser o grande desafio para o profissional e o pensar de forma estratégica e criativa é um atributo fundamentar para o seu sucesso.

         Há casos em que a necessidade poderá ser suprida através de programas de treinamentos e temos que identificá-los como um processo global, devendo existir uma visão de totalidade nos vários níveis de conhecimento tais como: expressão sensorial, intuitiva, afetiva, racional e transcendental e acima de tudo focado em resultados, ou seja é observar globalmente e agir localmente.

         No mundo da economia globalizada cada vez mais necessitamos de ações e lideranças locais e o estabelecimento de objetivos claros, precisos passa a ser uma estratégia fundamental para que os treinamentos possam ser vistos como investimentos e com retorno garantindo, ai sim podemos medir resultados.

         Mesmo tendo que trabalhar com objetivos claros, mensuráveis, cabe também horas destinadas para a criação, inovação de novas estratégias, produtos, comportamentos.

         Este profissional deverá agir como fornecedor interno, desenvolvendo melhorias nos serviços oferecidos, bem como adequando-se as necessidades de seu cliente interno, identificando problemas e propondo soluções criativas, muitas vezes faz-se necessário contratar o Consultor Externo para realizar determinadas atividades.

         Portanto conhecer a empresa, seu negócio, objetivos, competências críticas e resultados esperados será fundamental para a contratação do Consultor adequado e será cada vez mais a sua prática habitual.

         Atrelar competências criticas do negócio as humanas, passa a ser o segundo grande desafio da atuação do Consultor, sem perder, obviamente, a flexibilidade que favorece o pensar e agir criativamente.

         A receita da competitividade permanente está na capacidade de definir competências, estratégicas, assim como uma organização voltada para o aprendizado e sua aplicação, desenvolvendo ações, que possibilitem a busca de outras alternativas, saídas para antigos e novos problemas, desenvolvimento do pensamento criativo ,abertura para ações criativas, uma “learning organizacion”.

         A área de Recursos Humanos, junto com os gestores, tem uma grande parcela de responsabilidade que é gerenciar e desenvolver a criatividade, como fator de competência tendo claro a situação atual da organização, identificar necessidades futuras, estabelecer planos de ação, e corrigir os “gaps”.

         Surge assim, a necessidade de alterações em padrões de valorização social e cultural, bem como das condições de vida, pois somente dessa forma conseguiremos integrar as expectativas dos empresários com as dos funcionários.

         A requalificação dos funcionários para atender todas as necessidades, aberturas as novas idéias, através de uma gestão criativa a quebra ou reformulação dos modelos mentais entre tanto dos executores, gestores e presidentes passa a ser hoje, o grande desafio.

         Devemos entender a competência criativa, como capacidade de agregar valor ao negócio, através do patrimônio pessoal, estimulando tanto o desenvolvimento pessoal, quanto o e grupal e empresBernhardMod.

         Em resumo, a objetividade é um traço criativo e abrange a capacidade de:

  • Gerar idéias;
  • Resolver problemas;
  • Utilizar-se de coisas de forma não rotineira;
  • Buscar respostas prontas e perspicazes;
  • Dar forma às idéias novas;
  • Vencer obstáculos.

“Criar, inovar é como respirar, faz parte da necessidade
humana e sobrevivência dos profissionais de sucesso”.

Maria Inês Felippe: Palestrante, Psicóloga, Especialista em Adm. de Recursos Humanos e Mestre em Desenvolvimento do Potencial Criativo pela Universidade de Educação de Santiago de Compostela - Espanha. Palestrante e consultora em Recursos Humanos, Desenvolvimento Gerencial e de equipes, Avaliação de Potencial e competências. Treinamentos de Criatividade e Inovação nos Negócios. Palestrante em Congressos Nacionais e Internacionais de Criatividade e Inovação e Comportamento Humano nas empresas. Vice Presidente de Criatividade e Inovação da APARH.

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