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CRIAR PARA SOLUCIONAR
Por Maria Inês Felippe

Resultado: ponta do iceberg da criatividade.
Tudo começa num pensamento criativo e termina num objetivo alcançado.
Parece simples, mas pensamento criativo nem sempre chegam prontos.
Muitas vezes, são induzidos por necessidades, lacunas a serem satisfeitas e preenchidas.
A resposta para algum problema pode estar na criatividade.

         Hoje, mais do que nunca, não basta ser novo, tem que ser útil.Utilidade é um diferencial que agrega valor ao objeto de criação e ao seu criador. Uma idéia precisa ser admirada e consumida.Diante desse quadro, o atual contexto ¬econômico tornou-se um terreno fértil para o desenvolvimento do potencial criativo. “ Nunca foi tão fácil criar como hoje. As necessidades e informações são inúmeras e o mercado consumidor é vasto. Tenho aplicado muito Brainstorming, Analogia Inusual, o uso da Dominância Cerebral como técnicas para despertar e desenvolver o potencial criativo dos meus clientes e são técnicas altamente produtivas, pois oferecem varias respostas para cada pergunta, aumentando a possibilidade de se encontrar várias soluções”. É da quantidade que sai a qualidade”, são das Metáforas que saem momentos de “Eureca”, mas cabe ressaltar que não precisamos ter uma grande idéia podemos ter uma pequena idéia de grande resultado. Estudos apontam que quanto mais idéias você gerar, mais provável é ter uma idéia espetacular.

         Inovar envolve riscos e desafios, exige coragem para romper paradigmas internos e externos. A inovação é desafios, sempre foi e será porque é um passo para o desconhecido, uma aceitação do ambíguo, algo que somente as pessoas corajosas fazem. Sempre que lançamos uma idéia estamos sujeitos a críticas, reprovações.O processo criativo é um ato de coragem bem dizia Picasso.

         Mente aberta, receptiva ao novo, equilíbrio de emoções são pré, requisitos para gerar o processo criativo. Nos casos em que a criatividade é direcionada para o resultado, ao contrário do que se tende a imaginar, a lógica não deve se priorizada a princípio. O pensamento lógico não poderá vir à frente, temos que, inicialmente deixar a mente livre para buscar idéia, intuir, usar do pensamento lateral, divergente, expandir para depois colocar a lógica em ação, buscando resultados qualitativos e quantitativos. Paradoxalmente “criar exige dedicação e disciplina, ao mesmo tempo em que surge do ócio a curiosidade, da inquietação e do incômodo.

         Exercitando o pensamento criativo:

  • Se eu não fizesse esta atividade desta forma, de que outra forma faria?
  • Como poderei dinamizar as minhas atividades sem comprometer a qualidade?
  • Como poderei agregar valor às atividades que executo?
  • Como criar sem gastar?
  • Como poderei me diferenciar no mercado?
  • Se eu acordasse do sexo oposto, o que faria??? Meu Deus, nem pensar!!! Volto dormir?????

Minha missão é treinar as pessoas para uma nação melhor.
Vamos inovar juntos?

Entrevista concebida para a revista Webdesigner

Maria Inês Felippe: Palestrante, Psicóloga, Especialista em Adm. de Recursos Humanos e Mestre em Desenvolvimento do Potencial Criativo pela Universidade de Educação de Santiago de Compostela - Espanha. Palestrante e consultora em Recursos Humanos, Desenvolvimento Gerencial e de equipes, Avaliação de Potencial e competências. Treinamentos de Criatividade e Inovação nos Negócios. Palestrante em Congressos Nacionais e Internacionais de Criatividade e Inovação e Comportamento Humano nas empresas. Vice Presidente de Criatividade e Inovação da APARH.

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