The stainless steel crown is replica watches also polished to show the exclusive charm of fake rolex watches the brand. It is designed with a rolex uk pit pattern around it to give you a first-hand feel and it is easy to swiss replica watches grasp the time and the calendar display.
MUNDO ESPORTIVO E CORPORATIVO - Maria Inês Felippe
 
Selecione o seu Idioma   Seleccione su Idioma
After falling in replica handbags love with Beatrice,gucci replica handbag Pierre immediately worked hard. In 2009, after dropping out of college, he took over a hermes replica handbags construction company founded handbag replica by his father and became a replica handbags major shareholder. Later he became the vice president of the Monaco Yacht Club. Personally, it has reached 50 million US dollars.
  Mais artigos de Maria Inês Felippe

 

MUNDO ESPORTIVO E CORPORATIVO
Por Maria Inês Felippe

         Recentemente, participei do programa Roda Viva, entrevistando o técnico do time de vôlei masculino “Bernardinho”. Várias pessoas assistiram; outras, não, e gostariam de informações a respeito do programa e desta minha experiência.
         Inicialmente, senti-me feliz, por ter sido convidada pelo responsável do programa. Sua escolha foi baseada na minha experiência de 20 anos no mundo corporativo, especificamente em Recursos Humanos. Senti-me honrada e reconhecida pelo trabalho que tenho feito. Muitas vezes, trabalhamos como formiguinhas, mas, por outro lado, as pessoas percebem o que está sendo realizado, passamos a contribuir e nos convidam para ser cigarra.
         Vou tentar relatar, bem resumidamente, alguns tópicos do debate, que valem a pena serem destacados.
         “Cabe ressaltar que irei resumir as perguntas e respostas. A gravação é comercializada pela da TV Cultura. Trata-se de um programa de aproximadamente uma hora e meia e Bernardinho explicou com detalhes toda a sua trajetória familiar, pessoal, profissional e suas preocupações, em geral, quanto à sua formação do esportista e sua relação com a sociedade. Ele é formado em economia e, no início da carreira de jogador, ouviu alguns comentários de que ele deveria desistir, que seria melhor seguir a carreira de economista, mas sempre gostou de esporte e decidiu seguir em frente na busca do seu sonho. Considera que os princípios e valores pessoais são atribuídos, como importantes, pelas famílias e que devem ser preservados.
         Os questionamentos foram assim propostos:

Maria Inês: No mundo corporativo, percebo a dificuldade, cada vez maior, nas lideranças, por isso trabalhamos intensamente com elas. Tenho alguns clientes que chegam a expressar: “Quando vou negociar com uma mulher, já sei que vou perder”. Você sente isso também? Como foi, para você, a experiência ao liderar mulheres e homens?
Bernardinho: (um pequeno riso) Realmente, a mulher tem uma forma de agir e pensar diferente, exigindo uma estratégia de liderança diferente. As mulheres expressam mais as emoções, enquanto que o homem não. Elas são mais intuitivas. Elas sentem logo quando uma delas será excluída, enquanto que os homens não. Elas parecem-me mais atentas. Ele mencionou uma situação que havia perdido o jogo e muito bravo foi ao vestiário. Chegando lá, as jogadoras resolveram cada uma se trocar em vestiários distintos. Isso como estratégia para acalmá-lo porque sabiam que a bronca seria grande. Relata diversas sutilezas femininas, comparando-as com às masculinas.
Maria Inês: Em relação ao progresso profissional, as pessoas iniciam a carreira timidamente, humildemente e vão conquistando postos de destaques. Às vezes, iniciam como estagiários e chegam ao cargo de diretores, etc., assim acontece no esporte, conforme você mencionou. Os jogadores começam com muito esforço, com simplicidade, com dificuldades e vão conquistando espaço, notoriedade e se tornam arrogantes. Como você lida com a arrogância no grupo de esportistas?
Bernardinho: Eu não dou espaço para isso e se houver desavença entre os jogadores, elas são resolvidas entre eles, como o ditado “roupa suja lava-se em casa”. Trata-se de uma equipe que deve vencer e que são interdependentes, portanto, todos são esportistas com certo destaque e não há espaço para arrogância, todos são importantes na sua posição.
Maria Inês: Sabemos que, no mundo empresarial, as pessoas competem entre si, por mais que possam assistir a palestras motivacionais, suas palestras reforçam o senso de equipe, de liderança, etc. As pessoas saem alegres por tê-lo conhecido, dizendo que foi legal, que fazem parte de um time de trabalho, que são unidos, etc. só que quando entram para trabalhar a competição começa, um querendo “comer o fígado do outro”. Bernardinho, vamos aprofundar este assunto: Como você vê esta questão e certamente encontra este procedimento em seu time de esportistas
Bernardinho: Concordo que a competição existe e que as palestras motivacionais só dão resultados quando o assunto é tratado como uma gestão e não isoladamente. Eu tenho trabalhado muito com seus atletas em relação a esse assunto, porque todos querem destacar-se em uma competição. Mas não é fácil trabalhar este aspecto em função das diferenças individuais, mas trabalho intensamente essa questão.
Maria Inês: Bernardinho, desculpe-me insistir, ou mesmo, direcionar ao mundo corporativo, porque é o meu mundo e não sei fazer outra coisa a não ser atuar nas empresas. Neste cenário, existe uma fala de que o poder é solitário, você concorda?
Bernardinho: Concordo, mas costumo cercar-me de muitas pessoas quando irei decidir, são decisões difíceis, mas costumo ouvir as pessoas que estão ao meu redor: são profissionais mais experientes. Aí, sim, decido, mas mesmo assim, sinto o poder como solitário.”
         Bom, meu caro leitor, tentei, sinteticamente, relatar parte da entrevista. Acredito que seja o suficiente para percebermos que os ensinamentos unem todas as artes e ciências. Assim como vejo que a arte poderá ser uma ferramenta para o desenvolvimento de competências, o esporte também, formando cidadãos. Claro que teremos resultado, quando for tratado tendo como base uma gestão, e não isoladamente. As experiências, os pensamentos, todos se completam, por vezes interdependentemente. Faz-me lembrar um principio básico da criatividade: “Para ela, não existe cinza no cinzeiro e sapato na sapateira; não existe isto ou aquilo e, sim, isto e aquilo; não existe o certo, o melhor, e, sim, o diferente do que estamos acostumados.”

Revisão: Dra. Yêda Camargo
Revisão gramatical e Cursos de Redação empresarial
E-mail: yedamc@uol.com.br / tel.(11) 81813532 / 47864234

Maria Inês Felippe: Palestrante, Psicóloga, Especialista em Adm. de Recursos Humanos e Mestre em Desenvolvimento do Potencial Criativo pela Universidade de Educação de Santiago de Compostela - Espanha. Palestrante e consultora em Recursos Humanos, Desenvolvimento Gerencial e de equipes, Avaliação de Potencial e competências. Treinamentos de Criatividade e Inovação nos Negócios. Palestrante em Congressos Nacionais e Internacionais de Criatividade e Inovação e Comportamento Humano nas empresas. Vice Presidente de Criatividade e Inovação da APARH.

Clique aqui para imprimir esse artigo  
  Mais artigos de Maria Inês Felippe
   
Página inicial